A idéia é justamente dar opções melhores de investimentos que os Bancos:

O cenário de startups do Brasil é tido como um dos mais promissores do planeta, com cinco empresas tendo atingido o título de unicórnios no último ano. Porém, três delas tem algo em comum: são todas empresas de pagamento. Nubank, Stone e PagSeguro atingiram em 2018 o valor de mercado de US$ 1 bilhão e ganharam o título dado a startups que atingem os 10 dígitos.

Elas são as ponteiras de uma tendência cada vez maior do mercado brasileiro, que é o aumento – de tamanho e número – das fintechs, startups de tecnologia voltadas ao mundo da economia. Em três anos, os investimentos neste tipo de iniciativa aumentaram sete vezes, segundo levantamento do BoostLAB, braço dedicado a startups do BTG Pactual, com a ACE Cortex.

Em 2016, o investimento feito por fundos, empresas e investidores-anjo girava em torno de R$ 203 milhões. Em 2018, o valor saltou para US$ 1,5 bilhões, com tendência de crescimento. O otimismo chega por dois motivos. O primeiro foi o bom desempenho dos IPO’s de Stone e PagSeguro, que realizaram oferta inicial de ações nos Estados Unidos e atingiram valores e interesse maior do que os esperados.

O segundo diz respeito a aderência destas novas empresas em relação aos grandes bancos. “Os bancos vencedores terão de abrir a cabeça. Não dá para ir contra as fintechs. Eles podem perder alguns negócios, mas terão de focar no que são bons e deixar interação e serviços para o cliente com as fintechs” disse o analista do BTG, Eduardo Rosman.

Atualmente, das 422 fintechs atuando no País, 114 atuam no meio de pagamentos.

Fonte: Isto É


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